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Capa do livro Manual de sobrevivência em corpo de mulher
Publicação independente

Manual de sobrevivência em corpo de mulher

Crônicas de uma vida em estilhaços

Um livro sobre corpo, memória, violência, resistência e as estruturas invisíveis que atravessam a experiência feminina.

Amanda Corvell constrói uma jornada que acompanha a vida de mulheres desde a infância até a maturidade, revelando como pequenas regras, silêncios e expectativas moldam corpos, escolhas e identidades.

Entre crônica e reflexão, a obra questiona aquilo que muitas vezes foi tratado como natural: a vigilância sobre corpos femininos, a desigualdade, a violência cotidiana e a necessidade permanente de adaptação.

Sobre o livro

Manual de sobrevivência em corpo de mulher é uma investigação sobre as marcas deixadas por uma sociedade que ensina mulheres a ocupar menos espaço, controlar seus corpos e negociar diariamente sua própria existência.

Dividido em cinco movimentos, o livro acompanha uma trajetória: das raízes do silêncio construídas na infância, passando pelo despertar do corpo, pelas estruturas sociais de desigualdade, pelas violências cotidianas e chegando às possibilidades de resistência e reconstrução.

Uma jornada em cinco movimentos

As raízes do silêncio observa como meninas aprendem desde cedo regras que limitam seus corpos, suas vozes e suas possibilidades.

O despertar das frestas acompanha o momento em que o corpo feminino passa a ser atravessado por olhares, expectativas e julgamentos.

A arquitetura da opressão revela as estruturas sociais que mantêm desigualdades aparentemente invisíveis.

Violências cotidianas expõe experiências que muitas vezes são normalizadas, mas deixam marcas profundas.

Resistências e reconstruções abre espaço para novas formas de existir, liderar, envelhecer e educar.

Um livro sobre sobrevivência e transformação

A obra não apresenta sobrevivência como conformismo. Sobreviver aqui significa reconhecer as marcas, nomear as estruturas e construir novas possibilidades.

É um convite para olhar para a própria história e perceber quantas vezes foi necessário remendar estilhaços para continuar.

Para quem é este livro?

Para mulheres que reconhecem suas próprias experiências nas páginas da obra e para todos que desejam compreender como as desigualdades de gênero são construídas, mantidas e transformadas.