
Matéria do quase
Corpo, linguagem e permanência
Uma obra que atravessa as marcas, presenças e ausências que constituem a experiência humana.
Em Matéria do quase, Amanda Corvell investiga os espaços intermediários da existência: aquilo que não se encerra completamente, aquilo que permanece mesmo quando parece inacabado.
Entre corpo, memória e linguagem, o livro percorre as marcas deixadas pelas experiências e pelas relações, refletindo sobre tudo aquilo que continua vivendo em nós.
Sobre o livro
Matéria do quase nasce da observação das zonas indefinidas da vida: aquilo que não é completamente ausência, mas também não é presença inteira.
O livro atravessa corpo, linguagem e memória para pensar como nossas experiências deixam marcas. Algumas visíveis, outras silenciosas, mas todas capazes de permanecer.
O "quase" não aparece como falta ou fracasso. Ele surge como um território de possibilidades: o lugar onde as coisas ainda estão se formando, onde sentidos continuam sendo construídos.
Corpo, memória e permanência
O corpo aparece como arquivo das experiências vividas. Carrega histórias, afetos, ausências e transformações.
A linguagem, por sua vez, tenta alcançar aquilo que muitas vezes escapa: sentimentos, lembranças e aquilo que permanece mesmo quando já não conseguimos nomear.
Uma reflexão sobre o que fica
Mais do que buscar respostas definitivas, o livro convida o leitor a permanecer nas perguntas.
Porque nem tudo precisa estar completo para ter significado. Algumas das coisas mais importantes da existência vivem justamente nesse espaço entre o que foi e o que ainda pode ser.